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8 materiais ideais de revestimento para cadeiras

A escolha de um bom revestimento para cadeiras é determinante para a qualidade e durabilidade das peças. É ele que traz beleza e sofisticação aos assentos. Ela também protege a espuma, que geralmente é frágil em relação ao estresse mecânico.

Além disso, pelo uso constante, essa região fica submetida a riscos, como:

  • luz e o calor do sol;
  • manipulação frequente;
  • impacto e tensão;
  • atritos constantes;
  • contato com elementos corrosivos e abrasivos, entre outros.

Tudo isso, combinado ao desgaste pelo uso, pode romper o revestimento e expor a espuma. Então, ao escolher a cadeira para seu projeto, é preciso observar uma série de itens.

Quais são os 8 principais tipos de revestimentos para cadeiras?

Há diversos materiais que podem ser utilizados nas cadeiras, mas nem todos oferecem propriedades adequadas para o uso corporativo. Atualmente, os mais populares são os polímeros sintéticos, que oferecem proteção e boa durabilidade, além de serem fáceis de limpar.

1. Vinil

Esse material é fabricado a partir do polímero chamado de policloreto de vinílica — mais conhecido como PVC. Sim, é o mesmo que está presente nos encanamentos das construções, mas aqui ele é trabalhado de forma a oferecer mais flexibilidade, beleza e versatilidade. Com ele, é possível criar revestimentos em várias cores e texturas.

No entanto, ele se destaca na produção do couro sintético, pois pode ser processado para reproduzir a superfície granulada e irregular do couro natural. Entretanto, é a matéria-prima sintética que menos se assemelha ao original. É produzido em diversas cores das mais vivas, como verde e vermelho, até os tons de preto e marrom mais tradicionais.

Devido à sua excelente resistência, impermeabilidade e leveza, ele é frequentemente utilizado em revestimentos de cadeiras, pois pode suportar atividades domésticas e comerciais moderadas e pesadas. Portanto, é uma alternativa mais em conta e ecológica, mas muito boa — especialmente para cadeiras do tipo secretária, universitária etc.

2. Tecidos de fio tinto

Esse tipo de tecido passa por um processo industrial para melhorar a intensidade e a duração das cores, além de trazer maior resistência aos fios. Estão entre as opções de custo mais baixo, porém com benefícios importantes, como durabilidade e versatilidade. Pode ser usado tanto com material único do revestimento quanto em conjunto com outros, como o couro e o vinil.

Pode ser utilizado integralmente em cadeiras executivas, operacionais, universitárias, etc. Nas cadeiras de direção e de presidente, pode ser inserido como detalhes estéticos junto a materiais mais nobres.

Appia Work da F.WAY em revestimento fio tinto

3. Poliuretano

O famoso PU pode ser usado tanto como tecido de revestimento quanto na espuma.

No entanto, no segundo caso, o processamento é diferente, pois o PU bruto passa por técnicas de incorporação de ar quente. No primeiro, por sua vez, busca-se criar diferentes estratégias de tingimento para deixá-lo bem próximo à aparência do couro.

A partir disso, torna-se um dos couros artificiais mais fiéis à versão natural com uma textura do tipo sarja. Por essa razão, também é conhecido como “couríssimo”, “couro ecológico” ou “símile couro”.

Sua grande vantagem é a resistência às variações de temperatura. Portanto, adapta-se perfeitamente àquelas regiões de clima muito quente no verão e frio no inverno sem ressecar ou desbotar. Ademais, é muito resistente mecanicamente, suportando elevadas cargas, atritos superficiais e diferentes tensões.

Além disso, apresenta grande elasticidade, podendo ser utilizado como revestimento para espumas das mais diversas densidades. Também, tem excelente custo-benefício e aparência nobre. Pode ser utilizado desde cadeiras de coletivas de recepção até presidenciais.

No dia a dia, é fácil de limpar e de manter, pois um pano úmido é suficiente para remover os resíduos da superfície. Por isso, é ideal também para as cadeiras que estão submetidas a um fluxo grande de pessoas e de cargas.

4. Courvim

É uma malha que pode ser fabricada com fios de diferentes materiais, como nylon, algodão ou sarja. Apresenta uma densidade intermediária, sendo mais grosso e resistente que o courino, mas inferior ao PU. Também, é menos maleável e versátil, o que compromete seu uso em acabamentos de alta qualidade.

5. Courino ou corino

O courino é um material muito popular para a fabricação de couro sintético. Ele é fabricado a partir de uma combinação de polímeros plásticos: 5% de poliuretano, 25% poliéster e 70% PVC. Com isso, conquista uma alta maleabilidade associada a resistência e durabilidade. Nesse sentido, ele é mais fácil de trabalhar que o courvim e, desse modo, pode ser utilizado em cadeiras de alta qualidade, como as diretoras e as presidentes.

6. Polipropileno

O polipropileno está presente tanto em associação com outros materiais para melhorar a flexibilidade e resistência quanto individualmente. Os tecidos de propileno apresentam um aspecto quadriculado em sua superfície e podem ser tingidos de diversas cores.

Certamente, é um dos melhores materiais para ser usado nas cadeiras, pois traz uma estética muito elegante sem comprometer a funcionalidade. É usada em peças secretárias, executivas, diretoras, de recepção etc. Como não são impermeáveis, devem ser impermeabilizadas antes do uso em áreas que podem ter contato com a água, por exemplo, áreas externas.

7. Poliéster

É outra fibra sintética de alta resistência, amplamente utilizada na fabricação de móveis corporativos em todo o mundo. Sua aparência superficial é granular, sendo suave e macia ao toque. Também, é altamente resistente ao estresse mecânico e químico e de fácil manutenção. Por esse motivo, também podem ser utilizadas em cadeiras de todos os níveis.

8. Couro natural

Por fim, apresentamos o material mais nobre da confecção de cadeiras — o couro natural. Ele é fabricado a partir da pele dos bovinos e combina todas as propriedades essenciais para as cadeiras, como:

  • resistência;
  • durabilidade;
  • beleza;
  • sofisticação;
  • facilidade de manutenção;
  • boa maleabilidade etc.

Por tudo isso, é utilizado especialmente nas cadeiras topo de linha das empresas — as presidenciais. Seu uso está se reduzindo nos últimos anos devido a uma maior preocupação com o bem-estar animal. Alguns setores, para evitar o afastamento de clientes, o têm evitado.

Poltrona com revestimento em couro natural

Como escolher o material de revestimento certo para seus projetos?

O primeiro passo é analisar a finalidade que será destinada a cadeira. Por exemplo:

  • se elas forem expostas a várias tensões constantes, como a alta rotatividade de pessoas, os tecidos flexíveis e resistentes são essenciais;
  • se ficarem em áreas úmidas, o revestimento deverá ser impermeável, ou que possibilite impermeabilização sem afetar sua funcionalidade;
  • caso sejam utilizadas em ambientes que necessitem de alta sofisticação, como salas de reunião com clientes e parceiros, os materiais nobres podem ser uma boa opção.

Depois disso, o orçamento e o projeto devem ser avaliados a fim de trazer um excelente custo-benefício e mais satisfação.

Portanto, a escolha do material de revestimento para cadeiras será um dos principais pontos que determinam o sucesso da arquitetura corporativa. Por esse motivo, é preciso prestar bastante atenção ao escolher a peça ideal e observar também sua descrição. Além disso, saiba que a qualidade de um mesmo tecido pode variar bastante conforme o fornecedor. Assim, é imprescindível optar por empresas experientes e consolidadas.

A nossa marca, F.WAY, só trabalha com os melhores e mais inovadores produtos do mercado. Estamos conectados com as principais tendências nacionais e internacionais.

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Há diversos materiais que podem ser utilizados nas cadeiras, mas nem todos oferecem propriedades adequadas para o uso corporativo. Os principais são: vinil, tecidos de fio tinto, poliuretano, courvim, courino, polipropileno, poliéster e couro natural.

O primeiro passo é analisar a finalidade que será destinada a cadeira. Por exemplo: se elas forem expostas a várias tensões constantes, como a alta rotatividade de pessoas, os tecidos flexíveis e resistentes são essenciais; se ficarem em áreas úmidas, o revestimento deverá ser impermeável, ou que possibilite impermeabilização sem afetar sua funcionalidade; caso sejam utilizadas em ambientes que necessitem de alta sofisticação, como salas de reunião com clientes e parceiros, os materiais nobres podem ser uma boa opção. Depois disso, o orçamento e o projeto devem ser avaliados a fim de trazer um excelente custo-benefício e mais satisfação.

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